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Catedral do Porto
 

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Evolução histórico-artística
 
Evolução Histórico - Artística
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A catedral do Porto é um edifício de estrutura românica dos séculos XII/XIII que veio a sofrer grandes remodelações no período maneirista e barroco (século XVII/XVIII).

No exterior conserva ainda o aspecto de uma igreja-fortaleza, com ameias, merecendo destaque a rosácea do século XIII.

O corpo central da fachada sofreu, na parte inferior, remodelação profunda em 1722, de acordo com a inscrição.

O interior da catedral apresenta a forma de cruz latina, de três naves escalonadas e cinco tramos, transepto saliente e ampla capela-mor rectangular. Esta capela-mor é obra do bispo D. Gonçalo de Morais, do período maneirista (1606-1610). É revestida de mármores coloridos e a cobertura das paredes dos janelões é feita com pinturas em perspectiva do arquitecto italiano Nicolau Nasoni.

O retábulo-mor de talha dourada é considerado um trecho capital para a introdução do barroco joanino no Porto.

Na capela do Santíssimo Sacramento destaca-se o “altar de prata”, executado entre 1632 e o século XIX. É também considerado uma obra fundamental da ourivesaria portuguesa, com vasta iconografia bíblica centrada na eucaristia.

O claustro foi iniciado em 1385, por iniciativa do bispo D. João III. Tem as suas paredes revestidas com painéis de azulejos do mestre Valentim de Almeida (1729-33), representando passagens dos Cânticos dos Cânticos.

No restante espaço do claustro abrem-se ainda outras capelas e a sacristia. Esta última, ricamente decorada, apresenta elementos de pintura, escultura e talha do século XVIII.

Dos acontecimentos memoráveis na catedral, constam o casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre em 1387, e o baptismo do infante D. Henrique.

 

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